Duas razões para contratar, e as duas são boas
A obrigação. Boa parte das convenções coletivas do setor de transporte exige seguro de vida em grupo para os empregados, com capitais mínimos definidos. Não cumprir gera passivo trabalhista e multa em fiscalização sindical.
A retenção. Motorista bom é disputado. Um benefício que protege a família dele custa pouco por vida e pesa na hora de ele decidir ficar — bem mais do que uma diferença pequena de salário.
Coberturas usuais
- Morte — por qualquer causa, natural ou acidental
- Morte acidental — capital adicional quando decorre de acidente
- Invalidez permanente total ou parcial por acidente
- Invalidez funcional por doença
- Auxílio funeral — pago rápido, é o que a família mais precisa no momento
- Diárias por incapacidade temporária — relevante para função operacional
- Cesta básica — cobertura de custo baixo e alta percepção de valor
Como funciona a contratação
É uma apólice única, no CNPJ da empresa, com uma relação de vidas. Entrada e saída de funcionário se resolve por movimentação mensal, sem apólice nova. O capital pode ser fixo para todos ou múltiplo do salário, conforme a convenção ou a política da empresa.
O que precisamos para cotar
- Número de vidas e faixa etária
- Folha de pagamento ou capital pretendido
- Funções exercidas — motorista, operacional, administrativo
- Convenção coletiva aplicável, se houver
Com isso em mãos, retornamos as opções comparadas e apontamos se a proposta atende ou não ao que a sua convenção exige.
Quanto custa, na prática
O prêmio é calculado por vida, e depende da idade média do grupo, da função exercida e do capital segurado. Para um grupo de motoristas com capital compatível com o piso da categoria, o custo mensal por pessoa costuma ser menor do que muita gente imagina — geralmente uma fração do que a empresa gasta com um único dia de caminhão parado.
O que encarece é a combinação de capital alto com grupo pequeno. A partir de certo número de vidas, a diluição melhora bastante a conta.
Cuidado com o grupo pequeno
Muitas seguradoras exigem um mínimo de vidas para aceitar a apólice — normalmente entre três e cinco. Empresa menor que isso costuma resolver com seguro de acidentes pessoais coletivo ou com apólices individuais. Não é o mesmo produto, e a diferença aparece na cobertura de morte por causa natural.
Como fica a gestão no dia a dia
Você envia mensalmente a movimentação: quem entrou, quem saiu, mudança de salário. A seguradora ajusta o prêmio. Não há apólice nova a cada contratação, e o funcionário entra em cobertura já no início da vigência do mês.
Quem cuida disso pela S&P é a nossa equipe — você não precisa aprender o sistema da seguradora nem controlar prazos.
Na hora do sinistro
É onde a corretora prova o valor. Falecimento de colaborador é um momento em que ninguém da empresa quer estar preenchendo formulário. Nós assumimos a documentação, o protocolo e o acompanhamento junto à seguradora, e mantemos a família informada. O auxílio funeral costuma ser liberado em poucos dias, antes da indenização principal.
Fale com quem entende do assunto
Robson José, corretor responsável da S&P, atende pessoalmente as cotações desta linha. Registro SUSEP 202058589. Chame no WhatsApp (31) 98889-2874 ou ligue para (31) 3822-4495.
