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Vida em grupo

Proteção para motoristas e equipe — muitas vezes exigência de convenção coletiva, e sempre um argumento forte de retenção.

Duas razões para contratar, e as duas são boas

A obrigação. Boa parte das convenções coletivas do setor de transporte exige seguro de vida em grupo para os empregados, com capitais mínimos definidos. Não cumprir gera passivo trabalhista e multa em fiscalização sindical.

A retenção. Motorista bom é disputado. Um benefício que protege a família dele custa pouco por vida e pesa na hora de ele decidir ficar — bem mais do que uma diferença pequena de salário.

Coberturas usuais

Ponto sensível no transporteConfira se a apólice cobre o motorista em viagem e em atividade profissional na estrada. Nem toda apólice genérica de vida em grupo cobre bem o risco de quem roda o dia inteiro.

Como funciona a contratação

É uma apólice única, no CNPJ da empresa, com uma relação de vidas. Entrada e saída de funcionário se resolve por movimentação mensal, sem apólice nova. O capital pode ser fixo para todos ou múltiplo do salário, conforme a convenção ou a política da empresa.

O que precisamos para cotar

Com isso em mãos, retornamos as opções comparadas e apontamos se a proposta atende ou não ao que a sua convenção exige.

Quanto custa, na prática

O prêmio é calculado por vida, e depende da idade média do grupo, da função exercida e do capital segurado. Para um grupo de motoristas com capital compatível com o piso da categoria, o custo mensal por pessoa costuma ser menor do que muita gente imagina — geralmente uma fração do que a empresa gasta com um único dia de caminhão parado.

O que encarece é a combinação de capital alto com grupo pequeno. A partir de certo número de vidas, a diluição melhora bastante a conta.

Cuidado com o grupo pequeno

Muitas seguradoras exigem um mínimo de vidas para aceitar a apólice — normalmente entre três e cinco. Empresa menor que isso costuma resolver com seguro de acidentes pessoais coletivo ou com apólices individuais. Não é o mesmo produto, e a diferença aparece na cobertura de morte por causa natural.

Como fica a gestão no dia a dia

Você envia mensalmente a movimentação: quem entrou, quem saiu, mudança de salário. A seguradora ajusta o prêmio. Não há apólice nova a cada contratação, e o funcionário entra em cobertura já no início da vigência do mês.

Quem cuida disso pela S&P é a nossa equipe — você não precisa aprender o sistema da seguradora nem controlar prazos.

O que mais gera reclamaçãoFuncionário desligado que continua na apólice — a empresa paga por quem não trabalha mais ali. E o oposto: contratado que não foi incluído e sofre acidente sem cobertura. Movimentação mensal em dia resolve os dois.

Na hora do sinistro

É onde a corretora prova o valor. Falecimento de colaborador é um momento em que ninguém da empresa quer estar preenchendo formulário. Nós assumimos a documentação, o protocolo e o acompanhamento junto à seguradora, e mantemos a família informada. O auxílio funeral costuma ser liberado em poucos dias, antes da indenização principal.

Fale com quem entende do assunto

Robson José, corretor responsável da S&P, atende pessoalmente as cotações desta linha. Registro SUSEP 202058589. Chame no WhatsApp (31) 98889-2874 ou ligue para (31) 3822-4495.

Conteúdo informativo. As coberturas, limites e exclusões variam conforme a seguradora e as condições contratadas — consulte sempre a sua apólice. S&P Corretora de Seguros · Corretor responsável registrado na SUSEP sob o nº 202058589.

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