O caminhão é a sua ferramenta de trabalho
Para o transportador autônomo, o caminhão parado não é só prejuízo de conserto — é receita que não entra. Por isso a conversa sobre seguro de caminhão não deveria começar pelo preço, e sim por duas perguntas: quanto tempo você aguenta sem rodar, e quanto custa o pior cenário.
Coberturas
Casco compreensivo — colisão, incêndio, roubo e furto do cavalo mecânico e do implemento.
Responsabilidade civil facultativa — o que você paga se causar dano a terceiro. Um acidente com vítima sem cobertura adequada encerra a atividade de um autônomo.
Implemento e agregados — carreta, baú, sider, tanque e equipamentos podem entrar na mesma apólice ou em apólice própria, conforme a titularidade.
Assistência 24 horas — guincho pesado, socorro mecânico e elétrico na estrada, com quilometragem compatível com a sua rota.
Vidros, faróis e lanternas — item barato que evita parada e desembolso constante.
O que faz o preço subir ou cair
- Rastreador — em muitas seguradoras, deixou de ser desconto e virou condição de aceitação
- Onde dorme o veículo — pátio fechado com vigilância pesa a favor
- Rota — trecho com histórico de roubo altera a taxa
- Tipo de carga transportada — mesmo no seguro do veículo, a carga influencia o risco
- Perfil e experiência do condutor
Autônomo e transportadora contratam diferente
O TAC costuma contratar apólice individual, com foco em casco e responsabilidade civil, e resolve a carga por RCTR-C própria ou pela apólice do embarcador.
A transportadora normalmente sai melhor com apólice de frota, ainda que tenha poucos veículos, e precisa somar o seguro de transporte de carga.
Se você não tem certeza de qual é o seu caso, essa é justamente a conversa que fazemos antes de cotar qualquer coisa.
Fale com quem entende do assunto
Robson José, corretor responsável da S&P, atende pessoalmente as cotações desta linha. Registro SUSEP 202058589. Chame no WhatsApp (31) 98889-2874 ou ligue para (31) 3822-4495.
